Há campos de trigo imensamente vastos, sob um céu lúgubre... e não desisti ainda de tentar expressar a tristeza e a solidão mais extrema... Chego quase a acreditar que essas pinturas dirão a você aquilo que não consigo por em palavras... (Van Gogh para Theo)
26.03.07

Esse sapato não está aqui há pouco tempo. Ele tá aqui há muito tempo. Eu fico pensando no caminho. O caminho que uma possível pessoa tenha percorrido (...) E foi deixando pedaços pelo caminho. E são histórias. (...). No Riacho Fundo II as pessoas são um pouco que pedaços no caminho porque cada pessoa tem uma história e vai marcando a vida de outros. E aquele pedacinho fica lá e marca mesmo.


Simone Mesquita
20/10/06, sala K258, UCB, Brasília.



Rosana: 10:32
comentários

nem sei bem como, meus sapatos me contaram de velhos tempos e histórias (algumas tristes) de caminhos que se cruzavam em afeto... foi meio sem querer, mas se não existe acaso, que explicação eu encontraria para ter lido hoje coisas de cartão de natal e tempos de nunca mais?

senti vontade de te abraçar de novo... calçando os velhos e tristes sapatos nos meus pés hoje alegres.

Ane Aguirre: 17.05.07 12:04

Eu fiquei curioso também com o resto desse pedaço de história

Azul fantasma: 02.07.07 05:18

Não há mais história... era a fotógrafa falando de sua fotografia. Lindo, não?

rosana: 12.07.07 09:02
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